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sexta-feira, 8 de julho de 2011

''Chegou a hora de vencer'', afirmam os jogadores do Uruguai


“Temos que nos unir para ganhar com tranqüilidade”, disse o goleiro Fernando Muslera, que foi apoiado por Edinson Cavani “temos que somar os três pontos, pois para ficarmos com o título que é a nossa meta, devemos vencer todos os jogos”, analisou o atacante.

Muslera não se mostrou confortável com o empate, em 1 x 1, diante do Peru. “Hoje, o futebol está difícil para todos, como podemos ver em todos os jogos da competição”, afirmou o goleiro, que completou “todas as equipes atacam e se defendem bem”.

Sobre o Chile, o rival do Uruguai na próxima sexta-feira, o arqueiro considerou que será “uma partida totalmente diferente que fizemos contra o Peru”.

Segundo Cavani, o Uruguai terá “uma partida mais aberta”, pois “o Chile é uma equipe que sabe se impor no jogo e gosta de jogadas ofensivas”, situação que permitirá aos Celestes ter mais espaços para atacar. “Creio que quem errar menos ficará com a vitória”, finalizou.

Entrevista com o goleiro do Peru, Raúl Fernández


Suas defesas felinas o lançaram para a fama no Peru, de onde foi transferido para o futebol francês. Hoje é figura da seleção peruana e aspira a chegar à final da Copa América. Raúl Fernández analisa a Copa América e o momento do Peru.

Que sensação a Copa América te dá?

Que é jogada em bom nível, e que na América do Sul estão os melhores do mundo. Eu me sinto muito honrado de poder participar e ser titular sabendo o que significa este torneio, além de que nos serve muito para sabermos em que nível estamos para as Eliminatórias.

Definitivamente os empates de Argentina e Brasil surpreendem, especialmente depois que chegamos a este país e percebemos o otimismo que se esperava na Copa. Isto deve servir para que respeitem os rivais, já que eles também jogam e têm suas próprias metas. Na América do Sul não existem os patinhos feios, e já provamos isso, assim como Bolívia e Venezuela.

Fala que as coisas estão equilibradas, acredita que para cima ou para baixo?

É difícil saber, cada partida é diferente e me parece que só se trata de más atuações de Argentina e Brasil. Nós demonstramos que melhoramos e reitero que nos serve para demonstrar que vamos por um bom caminho para nosso objetivo: classificar-nos para o Mundial do Brasil.

O que o Peru aspira neste torneio?

Nossa idéia é jogar a final, acreditamos que somos capazes e trabalhamos para isso. Como o principal é ir passo a passo e não perder o sonho inicial, com ordem e sacrifício que vemos tendo, sabemos que é possível. Primeiro temos que ganhar do México.

Tem estudado a equipe azteca?

Sim, tem muitos bons jogadores, apesar de serem mais jovens. Giovani Dos Santos é um grande atacante. Com certeza será duro, mas nossa idéia é ganhar, e em campo teremos que reverter contra o que nunca havíamos enfrentado.

Com esse momento de Raúl Fernández, titular na seleção de seu país e provavelmente no Nice da França após a lesão de David Ospina, como se sente?

Estou com muita tranqüilidade, esperava isto da seleção. Sobre David é relativo, pois seguramente quando voltarmos ao início de temporada na França ele já estará recuperado, assim que lutaremos em igualdade de condições, já que vou à Nice para demonstrar que posso ser titular.

Sentia-se titular da seleção?

Na verdade, não. A briga foi muito equilibrada. Eu trabalhei com a mesma humildade de sempre e no fim o treinador optou por mim, apesar de Leao ou Salomón também virem em um bom nível.

Quanto Oscar Ibáñez influenciou em seu crescimento?

Um ídolo, desde pequeno eu o sigo. É incrível que agora seja meu preparador e aprendo muitíssimo com ele. Já trabalhamos junto em 2008, onde o conheci melhor e aprendi a valorizar toda sua experiência.

O que pensa se te digo Universitario de Desportes?

Definitivamente, Universitario de Desportes. É minha casa, minha vida, minha paixão. É um clube que me viu crescer e ao qual prometo voltar para me aposentar.

Não vamos desistir de tentar ganhar do Brasil, avisou o técnico do Paraguai


“Não vamos desistir da intenção que nós temos de ganhar a partida”, disse com convicção o comandante paraguaio, que estreou no último domingo com um empate sem gols frente ao Equador.

No entanto, advertiu o treinador, o Paraguai “buscará primeiro que o Brasil não faça nada”, para depois buscar a vitória.

Sem arriscar uma opinião, comentou que o Brasil deve jogar com uma linha de quatro atrás tendo em conta a versatilidade de seus atacantes, que se desdobram pelos lados e pelo meio com a maior normalidade.

Perguntado sobre qual foi a seleção que mais gostou na estreia, Martino respondeu sem dúvidas: “o Chile foi o que mais se destacou”.

Recordou que tanto Brasil como Paraguai figuravam entre os favoritos no grupo, mas os resultados da primeira rodada “jogaram água no chope” dessas previsões.

Peru e México jogam sem margem para erros


A liderança do grupo está nas mãos do Chile com 3 pontos, após vencer o México por 2 x 1, enquanto o Per e Uruguai possuem apenas um ponto, depois do empate por 1 x 1.

“Não podemos perder e temos que estar mentalmente fortes, porque se queremos avançar necessitamos ganhar. O técnico nos deu as indicações para buscar o gol”, disse o jogador mexicano Héctor Reynoso.

Enquanto isso, o técnico Sergio Markarián anunciou que realizará mudanças em relação a equipe que empatou com Uruguai.

Juan Vargas, recuperado de lesão que o tirou no primeiro jogo, ocupará o lugar de Yoshimar Yotún; Giancarlo Carmona substituirá Renzo Revoredo; e Carlos Lobatón entra no lugar de Michael Guevar.

“México tem uma boa equipe, não é que tenha vindo com gente desconhecida, todos os que vieram para a Copa América jogam em equipes da primeria divisão”, disse “Loco” Vargas.

O argentino Sergio Pezzotta que comandará o encontro no estádio Malvinas Argentinas as 21h45 local (00h45 GMT), com seus compatriotas Ricardo Casas e Diego Bonfa, como seus auxiliares.

Prováveis escalações das seleções:

Peru: 12- Salomón Libman, 17- Giancarlo Carmona, 3-Santiago Acasiete, 2-Alberto Rodríguez e 4-Walter Vilches; 5-Adán Balbín, 11- Carlos Lobatón, 10-Rinaldo Cruzado, 16-Luis Advíncula e 6- Juan Vargas; 9-Paolo Guerrero. Técnico: Sergio Markarián.

México: 1-Luis Michel, 5-Darvin Chávez, 19-Héctor Reynoso, 21-Hiram Mier, 11-Javier Aquino 22-Paul Aguilar, 23-Diego Reyes, 14-Néstor Araujo, 15-Jorge Enríquez e 10-Giovani dos Santos; e 9-Rafael Márquez Lugo. Técnico: Luis Fernando Tena.



As estrelas do jogo:

Peru: Do lado da seleção peruana a grande estrela é Paolo Guerrero. Estrela do Hamburgo da Alemanha, Guerrero vem com a missão de comandar o ataque da seleção, já que Jefferson Farfán e Claudio Pizarro se machucaram na preparação da equipe para a Copa América. Outros destaques do Peru são Juan Vargas, Alberto Rodríguez e Yoshimar Yotún.

México: A estrela da seleção mexicana que foi campeã na Copa Ouro e que vai pra Copa América é Giovani dos Santos. O atacante, mesmo com 22 anos, é experiente e serve como referencia para os jogadores mais jovens, já que o México vem com 17 jogadores Sub-22. Luis Michel, Rafael Márquez Lugo e Héctor Reynoso.



Curiosidades do Confronto:

- Esse confronto já aconteceu 25 vezes, com 11 vitórias do México, 8 vitórias do Peru e 6 empates. O México fez 36 gols e o Peru marcou 30 vezes.

- Pela Copa América, foram 4 partidas, com 2 vitórias do México, uma vitória do Peru e um empate. O México marcou 8 vezes e o Peru marcou 6 gols.

- O artilheiro do confronto na Copa América é o mexicano Luis Hernández com 3 gols.

- Peru foi o time que mais perdeu jogadores por contusão na preparação para a Copa América, Claudio Pizarro e Jefferson Farfán. Além dele, Juan Vargas também se lesionou mas deve atuar na segunda ou terceira partida da seleção.

- O México tem o jogador mais jovem da Copa América, Diego Reyes, com 18 anos.

- A seleção mexicana teve que mudar oito jogadores uma semana antes do começo da Copa América. Os atletas foram punidos por indisciplina.

- O México nunca venceu a Copa América.

- O México é o time “estrangeiro” que mais participou da Copa América, 8 vezes.

- A seleção peruana ganhou duas vezes a Copa América. Uma delas foi conquistada na Argentina, sede da Copa América 2011.

- No empate contra o Uruguai, válido pela primeira rodada da Copa América 2011, a seleção peruana sofreu seu primeiro gol no ano.



O último duelo:

No último duelo, México venceu o Peru. A vitória por 4 x 0 no amistoso, aconteceu em Chicago, nos Estados Unidos, em 2008. Os gols foram marcados por Fernando Arce (2), José Guardado e Carlos Vela.

Equador-Luis Seijas: partida contra o Equador “será mais difícil que a do Brasil”


“Existe a pressão para ganhar. Para mim, é mais difícil, porque agora a exigência não é só para se defender, mas sim também para atacar. Temos que sair em busca do jogo, se quisermos construir um resultado importante para conseguir a classificação”, disse o volante do clube colombiano Independiente Santa Fe, depois de um treino noturno no campo do clube Gimnasia y Tiro.


“A partida do sábado é muito importante para nós. Como está tudo igual no grupo, acredito que tudo só vai se resolver na última rodada. A partida com o Brasil foi importante, pois conseguimos um ponto, porém no sábado se não conseguirmos nada, no final esse ponto não servirá. Veremos no sábado se contra o Brasil foi um resultado importante”. Adicionou Seijas.


Sobre o equilíbrio generalizado da Copa América, Seijas entende como “normal, porque o futebol sul americano é muito bom, pode se ver, que as únicas duas vitórias na competição, foram de equipes da América do Sul contra a Centroamérica”.

Costa Rica: ''Nossa vitória favoreceu a Argentina'', afirmou La Volpe


“Matematicamente este resultado foi bom para a Argentina, nossa vitória os favoreceu. Não seria a mesma coisa para eles, se a Bolívia tivesse vendido. Este resultado põe todos na mesma condição de brigar”, afirmou La Volpe.

“Com o resultado de ontem, (entre Colômbia e Argentina) já sabíamos que o confronto contra os argentinos será forte”, declarou o comandante.

La Volpe elogiou a atuação do atacante Joe Campbell, autor do segundo gol da partida. “Hoje, Campbell foi o que ele realmente é. Tem todas as condições se ser um grande jogador, mas não podemos esquecer que ainda é Sub-20. Contra a Colômbia, na estreia, ele não havia mostrado o que é”, analisou.

“Não esperava uma partida cômoda. Porém, a Bolívia havia conquistado um bom resultado contra a Argentina e pensei que pudessem nos vencer hoje, mesmo assim tínhamos que atacar”, revelou o treinador.

Colômbia se sente gigante, após empate com a Argentina


“A Colombia jogou como gigante diante da Argentina”, publicou o diário El Tiempo de Bogotá, ao destacar que a seleção “mostrou caráter e organização”.

“Devem estar orgulhosos pela partida. A Colômbia colocou a Argentina contra as cordas. A seleção tricolor se mostrou grande e deixou pequeno seu ilustre rival”, assinalou o El Espectador.

Com o título “Colômbia perdoou a apática Argentina”, definiu o diário El Nueno Siglo, que resumiu o jogo. “Só faltou o gol para os comandados do técnico Hernán Darío Gómez”.

Com a partida da última quarta-feira, a Colômbia manteve a liderança da chave e acumulou a série negativa da Argentina, que segue sem vencer na Copa América.

Chile busca a vaga nas quartas contra um Uruguai precisando da vitória


“La Roja” chegara como líder do grupo com três pontos, depois de ganhar na estreia do México por 2-1, enquanto o Uruguai acumula um ponto, pelo empate de 1-1 contra o Peru.

“Meu respeito pelo Uruguai não vem só por este jogo, mas sim pela sua história”, comentou o técnico do Chile Claudio Borghi, que considerou que “sempre tem algo a mais, só quando está mal, mas este não é o caso porque fizeraam um bom Mundial da África do Sul 2010 e tem o melhor jogador do último Mundial (Diego Forlán)”.

Pensando no poder da celeste, Borghi afirmou que não mexerá seu esquema tático de 3-4-1-2, embora admitiu que tomará algumas precauções para que algum dos meias colaborem com a linha defensiva.

Por outro lado, o técnico uruguaio Oscar Tabárez anunciou que realizará duas mudanças do time que enfrentou o Peru, para adaptar-se ao jogo do Chile, um rival que ele considera difícil.

“As mudanças vou fazer fundamentalmente por causa da equipe do Chile. Tentamos adaptar as características do rival e respeitar seus pontos fortes. As modificações se deve a tudo isso.”, explicou Tabárez.

As novidades da celeste são as entradas do zagueiro Sebastián Coates, no lugar de Mauricio Victorino e o meia Álvaro Pereira no lugar de Nicolás Lodeiro.

O jogo entre Chile e Uruguai abrirá a segunda rodada do Grupo C e acontecerá no estádio Malvinas Argentinas na cidade de Mendoza, as 19h15 local (22h15 GMT).

O árbitro da partida será o paraguaio Carlos Amarilla, enquanto que seus auxiliares serão o compatriota Nicolás Yegros e o boliviano Efraín Castro.

Neymar se diz feliz em ser comparado a Messi


"Fico feliz de ser comparado com o melhor do mundo. Ele está acima de todos. Acho que trabalhando muito, jogando bem, espero poder chegar algum dia a conseguir o que ele conseguiu. Mas ele é top", afirmou o atacante.

Ao falar de seu futuro durante a entrevista coletiva à imprensa ao lado de Daniel Alves no hotel Sofitel de Campana (63 km ao norte de Buenos Aires), Neymar disse que, por enquanto, pensa em continuar no Santos e não sabe o que acontece fora da concentração do Brasil e também qual será seu futuro, já que está "focado na seleção".

Neymar, de 19 anos, não teve um bom começo na Copa América-2011, mas se mostrou confiante de que não só ele, como toda a equipe vai melhorar para o jogo contra o Paraguai, na próxima quarta-feira em Córdoba (770 km a oeste de Buenos Aires).

"Será uma partida difícil. As marcações sempre são as mesmas, aconteceu comigo no Santos, onde sou forte e estou preparado para isso. Estou na seleção brasileira, um sonho que tinha quando era criança e é maravilhoso representar meu país. Por isso vou dar o máximo", disse a nova joia verde-amarela.

Daniel Alves também falou do choque com o Paraguai, e afirmou que será "mais aberto", já que ambas as seleções precisam da vitória, depois dos empates em suas estreias no torneio.

"O Paraguai é uma seleção que não renuncia ao ataque e quando você enfrenta adversários desse estilo, você têm mais chances. O jogo será mais aberto e mais difícil, logicamente. O Paraguai também empatou na estreia e isso será um pouco mais positivo para o jogo, porque os dois precisam da vitória", afirmou.

O jogador do Barça adiantou que o empate sem gols com a Venezuela, na estreia em La Plata, não causará modificações no "método de trabalho", e pediu "paciência".

"É preciso ter paciência e sempre pensar com a cabeça e não com o coração, porque às vezes se cometem erros. É preciso apostar neste trabalho e os objetivos chegarão", comentou.

O Brasil continuará treinando em Campana, com atividades táticas e práticas com bola parada, e na sexta-feira viajará para Córdoba para o confronto contra o Paraguai.

''Temos que levantar a cabeça'', afirmou Marcelo Moreno


“Temos que levantar a cabeça, sabemos que temos tudo para conseguir uma vaga na próxima fase”, afirmou o centroavante.

Na estreia, a Bolívia ficou no empate em 1 x 1 com a Argentina e, agora, medirá forças contra a Colômbia, no próximo domingo, em Santa Fé.

“Contra a Colombia a história será outra”, profetizou o atacante, confiando na possibilidade da vitória dos comandados do técnico Gustavo Quinteros.

O camisa 9 admitiu que sua equipe jogou mal e considerou que a “Costa Rica mereceu o triunfo”.

“Esperamos fazer uma grande partida, tentamos de tudo em campo, mas as coisas não saíram como planejamos”, finalizou.


A Argentina não está jogando mal por culpa de Messi”, diz Mascherano

BUENOS AIRES, 8 de Julho de 2011 (AFP) – O capitão da seleção argentina, Javier Mascherano disse, nessa quinta-feira que a equipe comandada por Sergio Batista tem problemas no jogo individual dos jogadores, e isso afeta o coletivo, e também descartou a responsabilidade disso à estrela Lionel Messi.

“A verdade é que o nosso nível individual não está sendo o melhor e isso obviamente repercute no nosso coletivo, mas isso não significa que a Argentina está jogando mal por culpa de Messi, mas pelo contrário. Na forma coletiva não estamos realizando um bom trabalho, porque cada um de nós também não está fazendo o melhor”, afirmou o meio campista.

Mascherano-que compareceu à coletiva de imprensa junto à Javier Zanetti, na cidade de Ezeiza (30 km ao sul de Buenos Aires)- disse que o time argentino “está consciente de que as coisas não saíram – até o momento – como havia se pensado antes do início do torneio”.

“Sabemos que tudo está em nossas mãos e temos que corrigir muitas das coisas que fizemos mal nas primeiras partidas, mas com a fé intacta de que vamos melhorar e que, segunda-feira ganharemos o jogo para nos classificarmos, porque é uma final”, afirmou o capitão.

Mascherano, um dos convocados para essa equipe de Batista, indicou que eles são os primeiros a se darem conta de que não estão fazendo bem as coisas, e adicionou que “com a Bolívia não jogamos bem, mas contra a Colômbia fomos um pouco melhor, porque não apenas fizemos um trabalho melhor, mas a segurança defensiva não estava muito bem”.

O zagueiro Zanetti, o homem com mais jogos pela camisa alviceleste, compareceu com seu companheiro e expressou que ele espera ganhar mais do que “poder jogar bem”.

O experiente jogador do Inter da Itália reconheceu também que nem os próprios jogadores argentinos esperavam ter um empate no início do torneio, mas sim gols diante da Bolívia e Colômbia.

“Nem nós esperávamos um início de Copa desse tipo. Porque nos amistosos jogamos bem. Nessas partidas, também tivemos muitas complicações. Isto é futebol e devemos corrigi-lo. Não há tempo, temos que seguir adiante e esperar que as coisas mudem porque assim não pode continuar”, enfatizou.

Mascherano, por sua vez, disse que existem questões futebolísticas que afetam o psicológico, porque falta confiança, mas declarou: “não podemos estar todo o tempo falando disso e nos escondermos. Não há tempo, temos que seguir em frente”.


Os jogadores justificaram essa reprovação do público argentino devido ao empate com a Colômbia e disseram que “estão no seu direito”, dando a entender que não puderam transmitir em campo o jogo que o público esperava.

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